sexta-feira, 1 de junho de 2012

Pesamentos.

Freud tem me feito compania, ao mesmo tempo que tira de mim qualquer preocupação ou importância, onde, inclusive, caminha o fato de estar só. Como pode um livro, a escrita, a leitura, a linguagem, atingir o inconsciente sem que você sequer perceba qualquer passagem pelo seu consciente?
Será, então, o inconsciente tão perto que não é preciso ultrapassar o consciente, onde perceberíamos ter aprendido?
O fato é que Freud, para mim, se apreende, na parte da existência e inteligência que realmente importa: aquela que é difícil verbalizar.
A coleção da Compania das Letras, lançada o ano passado, traz, além de capas, letra e papéis perfeitos, a obra completa (no que se trata de psicanálise, não inclui os textos de neurologia) de Sigmund Freud, traduzida (pela primeira vez) para o português diretamente do alemão e organizada cronologicamente na ordem em que os textos apareceram.
Ainda estou no primeiro de muitos livros, um que escolhi por meu interesse. Em relação às datas, estes escritos se encontram na metada da coleção. Desenvolve os conceitos de narcisismo, metapsicologia e alguns outros.





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