Acho que estou caindo numa febre de Villa Lobos.
Coisa que eu nunca havia tido o privilégio de sofrer.
Coisa que eu nunca havia tido o privilégio de sofrer.
Nem me lembro o que eu estava procurando hoje de manhã que me levou a esse disco de tão marcante que foi para mim conhecer essa obra.
O disco, em sí, chama-se Uirapurú. Linda a capa, arranjos, composições, a emoção. Chega a arregalar os olhos de quem ouve, e não há como evitar, a música vai invadindo o cérebro como uma droga boa, como a felicidade… dá um prazer.
A mim, ao menos, dá um prazer bem notável. E isso, acho eu, que já é razão grande o bastante para dividir no meu querido blog de achismos e dizeres que sei que, apesar de não ser conselho para ninguém (por sermos todos diferentes e ninguém saber de nada), são experiências dignas de compartilhar onde só vem ler quem quer ( bonito isso da internet, né?).

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